No ano passado, em abril de 2020, foi lançada a mais nova mídia social. O período era o início da pandemia, que já vinha mostrando os grandes prejuízos e a explosão de lives pelas redes sociais já existentes, pelo Google Meet e Zoom.
Neste mesmo período, a Spotfy iniciou sua nova estratégia de levar grifes de podcasts para o seu cardápio e oferecer um volume de programas para o seu público. A Zoom teve um crescimento exponencial com as reuniões online explodindo mundo a fora. E TikToK crescendo e sendo atacada pelo governo passado dos Estados Unidos.
A nova mídia social nasceu neste cenário e foi ganhando público interessado em consumir cada vez mais conteúdos segmentados e interagir de forma bem diferente das mídias existentes que fazem o uso da imagem para impulsionar a audiência.
Clubhouse é uma mídia social que vem causando grande impacto na forma de compartilhar conteúdo. Sem imagem nem vídeo, a rede social explora apenas o áudio. Salas com assuntos diversos, com a participação de grandes nomes do mundo corporativo, artístico, esportivo, político, enfim, já pode ser considerada uma grande rede criada para públicos diversos e com grande impacto no mundo do marketing e da publicidade.
O Telegram e Twitter adicionaram recentemente um novo recurso de voz para criar conferências de áudio entre os usuários. No Telegram, os grupos de conferência suportam mais de 200 mil membros. Já na ClubHouse são 5 mil usuários por sala.
Se veio para ficar ou é só mais uma moda, o fato é que a ClubHouse já alcançou o valor de 1 bilhão de dólares e é a mais nova unicórnio do Vale do Silício, com um marketing eficiente e o uso orgânico por milhões de usuários de toda parte do planeta incluindo a China, onde a rede social teve uma verdadeira explosão de usuários.